Bons tempos de antigamente, quando…

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Nosso Orgulho é de Revolta – Grupo de Estudos Anarquistas Maria Lacerda de Moura – Sexta-feira, na UERJ

21686334_748394825353149_172652064822289858_nLink para o evento aqui.

Diante da aproximação das marchas de Orgulho LGBT e da aprovação da Cura Gay pelo congresso brasileiro, convidamos a todas as pessoas transexuais, travestigêneres, queer, intersexo, bissexuais, lésbicas, gays e simpatizantes para debater nossas perspectivas de luta.

Vamos usar como disparador o texto “7 Marchas dissidentes da marcha do Orgulho LGBT na América Latina”, escrito por Emma Álvarez Brunel, da coletiva Manada de Jotas (Manada de Viadas).

Link: https://estudosanarquistasmlm.noblogs.org/post/2017/09/22/nosso-orgulho-e-de-revolta/

Mirror: alvarez-brunel_7-marchas-dissidentes-da-marcha-do-orgulho-LGBT-na-America-Latina_traduzido

SEXTA DIA 29/09 ÀS 18H NO NONO ANDAR DA UERJ MARACANÃ

Não é possível lutar contra a burguesia negando-se a compreender como ela age

Outro dia, Lula disse que foi precipitado ao considerar os atos de 2013 como democráticos. Nós conhecemos esse discurso de que as manifestações conservadoras que levaram à derrubada do governo do PT teriam sido continuações diretas do levante popular de 2013. São vários os aspectos que os petistas, seus aliados e simpatizantes ignoram. A diferença de recorte de classe, da atuação da polícia, das motivações, das organizações e há até uma amnésia seletiva que os faz esquecer de que eles também estavam nas ruas durante 2013. Mas eu gostaria de lembrar, com destaque, de uma diferença que ficou muito clara entre os dois momentos.

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100 anos da Greve Geral de 1917- E a formação do PCB

21427349_742905539235411_861979913951132551_oGrupo de Estudos Anarquistas Maria Lacerda de Moura – Dia 15/07/2017, UERJ, 9º andar

Nesse ano, comemorando os 100 anos da Greve Geral de 1917, o Grupo de Estudos Anarquistas Maria Lacerda de Moura convida a todas e todos a debater tanto sobre a Greve de 1917 quanto sobre a insurreição de 1918, duas datas muito importantes e tão pouco lembradas na história do movimento revolucionário brasileiro. Também debateremos sobre o papel do movimento anarquista na formação do Partido Comunista do Brasil (PCB).

O texto disparador será uma pequena parte do livro Anarquismo e Formação do Partido Comunista do Brasil (PCB) (2a edição, editora Rizoma, 2017) com a presença do autor Hamilton Moraes.

Link: http://estudosanarquistasmlm.noblogs.org/files/2017/09/Anarquismo-e-a-Formação-do-PCB.pdf

The doctor has the cure

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According to Anita Novinsky, a third of all Portugueses to come to Brazil in the first decades of colonization was of New Christians. In the 17th century, that population came to 75% among free men. If it lacked any doubt about the Brazilian nazi being the dumbest among that stupid sort of people, it lacks no more.

As the Jews were forced to convert into Christianity, they adopted local names. Some say they took into consideration phonetical similarities. Because those names were not exclusive to New Christians, it’s impossible to know just by family name if a Brazilian descends from Jews. Nonetheless one can’t deny that there are Jewish roots among the roots of the brazilian.

And so this is the comedy of the Brazilian “morenazi” (moreno = dark or darker skinned), member of the most mixed-race people in the planet, professing white supremacy. If they were not so dangerous, they’d be funny…

Ah, and if the new trend among nazi-fascists is to persecute Muslims, we must not forget the Muslim population that inhabited the Iberian Peninsula. Part of the New Christians were of Islamic origin. Which means the are surely a lot of descendents of Muslims marching in demonstrations, demanding that Muslins be kicked out of the country…

Of all stupidities, racism must be the biggest one.

O doutor tem a cura

Hey, do you speak English? Check out the translated version!
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Segundo Anita Novinsky, um terço dos portugueses à chegar ao Brasil nas primeiras décadas da colonização era de cristão novos. No século XVII, essa população chega a 75% entre os livres. Se ainda faltava alguma dúvida de que o nazista brasileiro consegue ser o mais burro dentro dessa categoria estúpida de pessoas, não falta mais.

Conforme os judeus eram forçados a se converter ao cristianismo, adotaram sobrenomes locais. Dizem que levavam em consideração semelhanças fonéticas. Como esses nomes não eram exclusivos aos cristãos novos, é impossível saber apenas pelo sobrenome se um brasileiro descende de judeus. Apesar disso, não se pode negar que há raízes judaicas entre as do brasileiro.

Portanto essa é a comédia do “morenazi” brasileiro, membro do povo mais miscigenado do planeta professando supremacia branca. Se não fossem tão perigosos, seriam cômicos…

Ah, e se a moda agora entre os nazifascistas é perseguir muçulmano, não devemos esquecer da população muçulmana que habitava a Península Ibérica. Parte dos cristãos novos era de origem islâmica. Ou seja, com certeza há um monte de descendente de muçulmano fazendo passeata para expulsar muçulmanos…

De todas as imbecilidades, racismo deve ser a maior.

Lésbicas em Revolta, Grupo de Estudos Anarquistas na UERJ

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Evento: clique aqui.
1/09/2017, 18:00, no 9º andar da UERJ.

No mês da Visibilidade Lésbica, a próxima sessão do grupo de estudos trará a debate o tema muito negligenciado pelos movimentos políticos, inclusive os ditos revolucionários. O texto disparador escolhido, apesar de não ter viés anarquista, abarca as mais diversas discussões do movimento lésbico-feminista e foi escrito por Charlotte Bunch – feminista defensora do separatismo lésbico.

Texto disparador: https://drive.google.com/open?id=0B30J_-tXvG_VM1VuTWJvQ2JHZzQ

Mirror: Lesbicas em revolta